domingo, 30 de março de 2008

SEU, MEU, NOSSO.

SEU, MEU, NOSSO.

Gostaria de compreender de onde vem esse prazer repugnante que o ser humano sente ao segregar?
Não basta estar em condição mais confortável que o outro?
Por quê?
O que há de belo em ver o outro humilhado?
Não bastam os assaltos, os acidentes, o pouco sono, o desemprego, a saúde precária e a educação cara?

Não é mais uma questão econômica, ideológica (...).
O medo é coletivo. A morte também.

(Paula Vieira)

2 comentários:

Laura Dalmaso disse...

Seguimos buscando a igualdade, né.
Beijo, Paulinha.
Continuam ótimos teus textos!

Jessica Mello disse...

não só nesse âmbito geral da sociedade, mas em relações sociais mais restritas também...